O que é comilança emocional?
Usar comida como forma de aliviar ou premiar, e comer como esfomeados quando estamos tristes, ou estressados, ou com raiva, e/ou enfastiados. Comilança emocional é quando usamos comida para nos sentir melhor nos dando prazer desta forma, comendo.
Para comedores emocionais, comer serve psicologicamente, em vez de biologicamente. Desde que usamos comida para controlar nossas emoções, não vamos controlar nosso peso por muito tempo.
É muito comum a comilança emocional
Acredito que todos nós humanos, comemos por razões emocionais de vez em quando, mas quando isso se torna um hábito, e comemos quando estamos chateados ao invés de lidar diretamente com o que está nos incomodando emocionalmente, nunca iremos separar fome física da constante fome emocional.
Podemos perder peso por alguma razão ou outra, mas comendo emocionalmente irá eventualmente transformar nossos corpos em curvas avantajadas e não desejadas. Como por exemplo, as barrigas avantajadas muito populares entre os homens brasileiros quando começam a beirar os 40.
Porque comemos emocionalmente?
Comemos emocionalmente para aliviar a dor emocional e nos premiar com o prazer de comer. Fazemos isso porque aprendemos a contar com a comida para balancear nossas vidas emocionais. Comemos comida como substituta para encobrir muitas vezes os medos e as dificuldades de assumir nossos sentimentos e enfrentar riscos de vulnerabilidade.
Temos medo de deixar o hábito da comilança emocional porque não temos certeza se podemos aprender outra maneira de gerenciar nossos sentimentos. Claro, que podemos aprender maneiras melhores e saudáveis para lidar com desafios que são as chaves para lidar com o vício e a cura da comilança emocional.
Existe um prazer imenso ao comer o que gostamos. Este prazer se torna atraente porque é transformado em forma de escape que alivia imediatamente. O que a maioria das pessoas não entende, é que esse escape caso feito continuamente se torna um vício prejudicial para o resto de nossas vidas caso não cuidamos dele com carinho. As vezes pagamos um preço altíssimo por um alívio passageiro de estresse emocional. Como por exemplo: má digestão (muitas gases acumuladas), intoxicação, envenenamento, etc..., devido a uma quantidade astronômica de alimentos nocivos a nossa saúde.
Dicas para os comedores emocionais
Você “tem” que provar para si mesma (o) que você pode gerenciar sentimentos inconfortáveis de uma maneira que não incluía o resultado negativo que certas comidas trazem para a saúde física (assim como frituras, muito carboidrato, muito açúcar, com muita farinha de trigo branca, etc).
Comece pela superfície observando o que torna sua fome mudar, e pause por um longo momento para pensar com carinho sobre o que realmente sua fome lhe diz, e de que melhor maneira sua fome seria satisfeita sem comer. Comer alimentos saudáveis, por exemplo, verduras, legumes e cereais lhe trazem nutrição em vez de saturação.
Uma pessoa que se sente mal emocionalmente por alguma coisa, e come para se sentir melhor. Ela pode se sentir melhor por algumas horas, mas muitas vezes ela irá se sentir culpada e desgostosa mais tarde com o fato dela ter comido demais e sabotado seu bem estar e sua elegância, o que pode se tornar um círculo vicioso psicológico, e como consequencia ter vontade de comer mais para se sentir melhor.
Sentir fraqueza de poder em relação a comilança emocional
Quando nos sentimos fracos e sem poder de efetivamente mudar nossas vidas, a fome se torna um fio elétrico ligado na tomada. Se sentir franco emocionalmente é tão intolerável que a mensagem instantânea a ser enviada ao cérebro é a de “concertar” imediatamente. Sendo a comida facilmente acessível e uma maneira legalizada de lidar com aquele sentimento, a festa esta feita.
Muitas pessoas carregam bagagens emocionais em seus relacionamentos com trabalho, família, colegas, amantes etc..., mas nem todos lançam mão da comida para se confortar ou aliviar. Porque uns não e outros sim?
Porque esse hábito não é um problema profundamente ligado a histórias passadas ou bagagem emocional; isso se dá por causa de um hábito mental de “evitar” através da comida.
Algumas pessoas evitam lidar com seus problemas emocionais através de substancias químicas ou distrações diversas. Assim como, drogas ilegais e legais como a TV todo dia por horas e horas.
Devemos aprender como parar com esse mecanismo, e usar a melhor parte da nossa mente para lidar com os desafios da vida que requer resolver problemas, adaptar, e ariscar para fazer de nossas vidas experiências extraordinárias.
Comedores emocionais, não podem aderir uma dieta por muito tempo, porque eles se sentem obrigados a usar comida para gerenciar suas emoções.
Isso se dá quando as pessoas param de fazer dieta e acabam ganhando o que perdeu e mais alguns quilinhos como contra peso e ai o danado do peso continua crescendo.
Portanto perder peso não é apenas uma questão de dieta, é uma questão de como vivemos nossas vidas emocionalmente, mentalmente, e espiritualmente. Se conseguirmos tomar decisões sábias e sadias constantemente seremos o reflexo disso fisicamente também.
Quando comemos para nos encher emocionalmente, nunca vamos satisfazer nossa fome com comida porque comida nunca pode saciar a fome emocional.
Qual é o caminho da cura?
Primeiro, reconhecer que comer emocionalmente é um habito nocivo a saúde que precisamos cuidar. Lendo livros e artigos no assunto, fazendo perguntas para pessoas que parecem estar de bem com a vida em todos os sentidos, procurar profissionais no ramo emocional alternativo, você irá reconhecer que NÃO é necessário comer da maneira que pensamos precisar.
Comida nos protege de sentimentos inconfortáveis por isso se tornou a “droga” mais popular do planeta. Ela nos serve para duas coisas:
1. Ajuda a evitar sentimentos desconfortáveis, podemos chamar isso de “alergia emocional”
2. Nos dá uma maneira de mudar sentimentos inconfortáveis para experiências prazerosas ao comer podemos chamar isso de “orgasmo emocional”
Portanto, resumindo, comida nos protege dos sentimentos que não queremos sentir.
Esse processo, nos mantém funcionando num nível superficial, e mesmo nos sentindo enfraquecidos em relação ao nosso poder de controlar o quê e, como comemos, pelo menos não temos que focalizar em coisas profundas que nos faz sentir mais sem poder ainda, ou seja, totalmente vulneráveis (incluindo relações acabadas de uma forma negativa, insatisfação na carreira profissional, dificuldades em ganhar dinheiro etc...)
Muitas pessoas me dizem que não entendem como isso pode acontecer, afinal de contas somos seres inteligentes e sabemos o que estamos fazendo... Analiticamente sim, sabemos na maioria das vezes, mas emocionalmente nem chegamos perto do profundo saber necessário para um entendimento razoável neste importante assunto, até abrirmos a possibilidade de querer entender o profundo processo emocional que nunca tivemos a oportunidade de sermos educados por professores nas escolas ou a família.
Por isso estou arregaçando minhas mangas e acabei de fazer o primeiro projeto sobre a Educação Emocional em Desenvolvimento e Sucesso Pessoal e Profissional para a FACIBA – Faculdade de Ciências da Bahia. O projeto acabou de ser aprovado e com isso eu começo mais uma etapa do meu grande sonho que é levar a educação emocional pelos menos para as faculdades e/ou ensino escolar no mundo. Afinal de contas para que saber tanto sobre os outros e o que os outros escreveram se não sabemos nem a terça parte do que devemos saber sobre nós mesmos?
Aos que estiverem interessados em saber mais sobre si mesmo emocionalmente, favor ir ao meu site e comprar o livro AME AS EMOÇÕES QUE VOCÊ ODEIA!
Caso você queira saber o que estão falando depois de lê-lo aqui vão algumas palavras dos leitores:
Lygya de Deus!!!
O seu livro é absolutamente formidável!!
Vc conseguiu abordar de maneira absurdamente clara um tema que aterroriza diversas pessoas (inclusive a mim). Só de já haver acabado a primeira leitura do seu livro (certamente deverei relê-lo mais algumas vezes), sinto as transformações se processando dentro de mim.
Adorei as dicas sobre "como parar de controlar" e os mandamentos para a felicidade pessoal. Os exercícios que vc indicou são muito bem bolados, pois são simples na execução e eficientes no resultado. E as formas de tratamento?? Até eu quero resolver meus problemas através da modalidade certa de cura alternativa.
Do seu amigo virtual, eternamente grato e transformado após ter conhecido vc e sua obra,
João Carlos Fabião – Advogado, RJ
“Lygya Maya discorre sobre o tema das emoções com uma simplicidade incrível e muita habilidade, levando o leitor a compreender melhor esse turbilhão de sensações internas. Um passo fundamental para o autoconhecimento, para a libertação e felicidade.” - Ivan Trilha, mentalista internacional e terapeuta holístico.
“Uma obra magistral, imperdível” - Paulo Amâncio, jornalista
Li "Ame as Emoções que Você Odeia" várias vezes. São muito úteis os conhecimentos que Lygya Maya reúne sobre emoções, curas alternativas, a diferença entre o lado emocional e o espiritual... E ela coloca tudo isso de uma forma muito simples de entender. Aprendi a lidar melhor com as emoções, a mentalizar situações positivas e vi como é possível ser mais feliz.
Helena Vitória Castello Branco, Relações Públicas
Até o momento li apenas os primeiros nove capítulos do seu livro virtual, mas logo no começo já tive respostas de muitas duvidas que eu tinha e pairavam no ar, realmente pouco se explora o lado das emoções humanas e pelo que estou vendo é importantíssimo para desenvolver nosso auto-conhecimento.
É a primeira vez que leio e consigo entender com facilidade o significado de muitos mistérios em nossas vidas, a linguagem e os exemplos são simples e objetivos.
Meus parabéns pelo excelente trabalho, acho que acertou em cheio no assunto, pelo que vejo ainda terei muitas boas revelações até o final da leitura.
Julio César - Bancário

A autora é a única brasileira no mundo que combina intuição Xamanica com técnica americana de coaching (treinamento) para ajudar pessoas a adotar atitudes positivas e poderosas que irão eliminar o estresse e injetar paixão na vida profissional assim como a pessoal. Lygya Maya viveu no exterior por 29 anos, e já se apresentou em vários programas de radio e TV Americana (WB11, Fox, CBS, E NBC), além de ter sido mencionada em jornais como o New York Times, New York Post, Daily News, e em revistas como Vanity Fair, Essence, Time Out de Londres. Ela foi uma palestrante da companhia de Anthony Robbins (mestre motivador americano) viajando o mundo em sua companhia por 3 anos e agora volta a morar no Brasil e escreve dicas poderosas e realísticas para você criar uma vida extraordinária. Seu site: www.lygyamaya.com.br.
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Comentários |
Comentário de Júlio César em 29/06/2009 às 06:42hs. (horário de Miami)
Comentário de Lygya Maya em 29/06/2009 às 15:14hs. (horário de Miami)
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