Atuar é prazer ou sacrifício? Para quem ama representar, os limites entre a diversão e a tensão podem ser muito sutis. Mas as sutilezas constituem justamente a melhor matéria-prima do teatro. É no palco que elas se transformam em gestos, emoções, movimentos, luzes. Em outras palavras, toda a complexidade aparente de um espetáculo é formada a partir do que há de mais simples. Só a descoberta desta verdade pode tomar a interpretação uma forma prazerosa de expressão. Este livro foi elaborado exatamente com esta finalidade: mostrar que o teatro não é nenhum bicho-de-sete-cabeças, desde que seus elementos essenciais sejam bem compreendidos. Em O Ministério do Teatro I, José Eduardo de Oliveira esmiúça, em linguagem clara e simples, as necessidades fundamentais do ator, divididas em tópicos - "Voz", "Corpo", "Interpretação", "Improviso", "Construção", "Maquiagem e caracterização". O autor ainda oferece
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