O Parménides narra um acontecimento provavelmente fictício, mas não históricamente impossível: um debate que opõe o jovem Sócrates a Zenão e ao mestre deste, Parménides.
A discussão desenrola-se em três conversas sucessivas; na primeira entre Sócrates e Zenão, faz-se referência ao escrito deste último; nas duas conversas seguintes, entre Sócrates e Parménides, discutem-se, respectivamente, algumas das questões mais relevantes da orgânica das formas colocadas em todo o corpus platônico e, por fim, as consequências resultantes da hipótese permenídea do uno. O diálogo termina na declaração da aporia. O Parménides é consensualmente tido como um diálogo termina na declaração da aporia. O Parménides é consensualmente tido como um diálogo do último período do platonismo e inaugura, por assim dizer, um conjunto de obras de reflexão crítica sobre a teoria das formas.
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