A ação permanente de um país em guerra é o insumo para o jornalista e poeta Nei Duclós definir sua literatura entre a indignação e o bom-humor. O livro divide-se em duas partes separadas no tempo por 22 anos, mas unidas em sua essência. A primeira, escrita em 1981, é ambientada na Florianópolis do início dos anos 70. A segunda é a São Paulo de 2003 que se mistura a fundas memórias da infância estocadas no pampa. Ambas abordam a ação de personagens condenados à invisibilidade, mas que lutam para sair do sufoco.
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